quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Adolescência e Relacionamentos.


Certo dia estava eu, perdido em meus pensamentos, sentei em um banco da praça para descansar, quando me deparei com einstein virando a esquina e vindo direitamente em minha direção, cansado e ofegante, sentou no banco ao lado. Einstein parecia em dúvida, olhou no fundo da minha alma e me soltou uma questão: 
"Caro senhor-sem-nome e que não-quer-ser-nomeado, poderia eu te fazer, além dessa, uma pergunta?".
Logo, estufei o peito, fechei a saída de excrementos e levantei a cabeça de cima, e lhe respondi: 
"Sim, caro Einstein, que dúvida trazes à mim, um pobre vagabundo sem rumo?".
Einstein  então, responde:
"Poderia eis me dizer oque achas de relacionamentos amorosos na pré-adolescência?".
Fiquei surpreso com a pergunta, não é todo dia que te fazem uma pergunta dessas, então, pensei um pouco e voltei pro meu quarto, onde agora estou em frente ao computador escrevendo essa postagem, pra bilhões de brasileiros e jovens especialistas em corte no braço.



Obtendo uma base.
Sem ideias para escrever, fui em meu porão imaginário e avistei ao fundo um belo álbum de fotografias, e como consequência de muitos muitos anos sem uso, estava com aparência mofada e sobre ele, um ninho de aranhas da espécie cararkinírdios borgas.
Aquele álbum poderia me trazer ideias incríveis para escrever sobre o assunto, então subi as escadas, peguei minha carteira e fui comprar algo no mercado de armas para limpar aquela infestação de aranhas sobre o álbum. 
Chegando ao mercado, passei o olho por um lança-chamas de tamanho médio, andei até o balconista e perguntei o preço. "Apenas 50$, mas para você, meu amigo, faço por 49,99$" disse o balconista, um conhecido local.
Chegando em casa (com o lança-chamas em mãos), caminhei até o porão, desci as escadas e avistando as aranhas, apontei a boca do lança-chamas e dei fim aos demônios.
Na realidade não foi bem assim, claramente isso se trata de uma invenção minha, na realidade, comprei uma granada por ser mais rápido, e matei elas mesmo assim, ah, o álbum tinha capa de diamante, não se apavore.
Finalmente com o álbum em mãos, pude abri-lo e relembrar dos meus tempos de jovem, e finalmente ter alguma base para escrever sobre.


Realidade observada:
Na realidade, relacionamentos amorosos na pré-adolescência é uma fábrica de conduzir jovens ao negativismo, vejamos o motivo logo à seguir, chamarei meu personagem de Alice, gosto desse nome.
Alice é seletiva e começa mirando no garoto mais fofo e bonitão da sala, enquanto o
mesmo é cercado por outras garotas seletivas da mesma idade, logo temos então uma sala de aula repleta de rivais. 
Essas garotas tendem escolher pelas aparências, logo os garotos não tão bonitos que realmente gostam delas são deixados de lado como última opção, logo temos então uma sala repleta de rivais e garotos arrasados que são usados como bode expiatório.
Logo quando o garoto fofo e bonitão começa namorar, todas essas garotas entram imediatamente em uma zona depressiva, e nessa hora o garoto ao seu lado, que realmente a ama, servirá para aguentar dias de reclamações, o garoto que te ama agora terá que se submeter a ouvir suas reclamações imundas de arrependimento e ciúme sobre outro garoto.
Não pense que somente a "escolhida" pelo "boy" se salva dessa onda de negatividade, geralmente relacionamentos amorosos na pré-adolescência são de curto prazo, pelo fato de ambos não terem maturidade suficiente, principalmente na geração internet, pois um dia o "boy" se apaixonará por outra e irá deixá-la, e a garota que tudo planejou ao seu lado também irá se encontrar na zona depressiva.

Esse pequeno texto é direcionado especificamente aos relacionamentos juvenis entre jovens imaturos, na faixa dos 10 aos 15 anos de idade, mostrando uma visão um tanto quanto... real.

Conclusão:
Podemos tirar de tudo isso a seguinte conclusão: os garotos tomam no cú, as garotas tomam no cú, a escolhida toma no cú, todo mundo toma no cú.
Esse é um dos motivos que fazem os jovens de hoje em dia entrarem facilmente em crises existenciais, espero que futuramente meu artigo seja útil, pois eu mesmo já fracassei na vida.